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Daniel 11

Daniel capítulo 11 é como um resumo detalhado da história, que Gabriel apresenta a Daniel, desde os dias de Dario, o Meda, passando pela crucifixão de Jesus em Dan. 11:22 e chega ao final dos tempos (nos dias em que estamos vivendo e dias futuros). Neste estudo daremos uma olhada na primeira metade de Daniel 11, até Daniel 11:22.


Dan 11:1, 2

Esse capítulo começa declarando que Dario, o Meda era, inicialmente, o principal rei da Medo-Pérsia. Mas também diz que haveriam outros três reis na Pérsia, seguidos por um quarto rei que seria muito mais rico e que haveria de provocar a ira da Grécia.

A história mundial nos diz que após a morte do Rei Ciro, que estava no poder no momento em que Daniel teve essa visão, os próximos três reis da Pérsia foram Cambyses (530-522 a.C.), Bardiya (522 a.C.) e Dario I (522-486 a.C.). Ciro e Dario I promulgaram os dois primeiros decretos para reconstruir o Templo. O quarto rei foi Xerxes (486-465 a.C.) conhecido na Bíblia como Assuero, o marido da Rainha Ester. Ele gastou quatro anos armazenando suprimentos e homens de guerra para organizar uma expedição militar contra a Grécia, o que literalmente revoltou a Grécia.


Dan 11:3, 4

O “Rei Poderoso” que surgiu em seguida foi Alexandre o Grande da Grécia. Como já aprendemos, após a morte de Alexandre, seu reino foi subdividido em quatro partes. Seus quatro generais, Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu, e Seleuco governaram em seu lugar. O império de Alexandre foi dado a “outros” que não eram de “sua descendência”.

Ponto Importante: Ptolomeu fundo Império Ptolomaico do Egito. Seleuco fundou o Império Selêucida do norte.

Dan. 11:5

Os termos “Rei do Norte” e “Rei do Sul” aparecem frequentemente em Daniel 11.  Eles designam aqueles reinos constituídos, que estavam fisicamente localizados a norte e sul da palestina, o lugar da habitação do povo de Deus. Aqui o anjo descreve o povo de Deus como um sanduíche, bem no meio de poderes oponentes que eram manipulados por Satanás para alcançar seus objetivos contra o povo de Deus.

No verso 5, Ptolomeu I (323-280 a.C.) foi poderoso desde o início. O príncipe que iria se tornar mais poderoso era Selêucio I Nictator, que foi banido do norte por um dos quatro generais de Alexandre. Selêucio I Nictator fugiu para o Egito onde foi ajudado por Ptolomeu I Soter que estava acompanhado com outro exército por meio do qual ele eventualmente reconquistou o Império Seleucido. Isso tudo o tornou no “Rei do Norte” e mestre sobre a maior parte do Império original de Alexandre.


Dan. 11:6

Em torno de 250 a.C., o Rei Ptolomeu II Philadelphus do Egito (Rei do Sul) e o Rei Antíoco II Theos da Síria (Rei do Norte) tentaram garantir a paz promovendo o casamento entre o Rei Antíoco II com Bernice, filha do Rei Ptolomeu II.  Antíoco II divorciou-se de sua então esposa, Laodice, para poder se casar. Dessa união nasceu um menino. Quando Ptolomeu II morreu, Antíoco divorciou-se de Bernice e trouxe de volta Laodice.  Laodice, no entanto, estava amargurada e com ódio. Ela mandou matar Antíoco, Bernice, o filho deles, e todos os criados de Bernice. Isso fez cumprir o que o anjo havia falado para Daniel cerca de 300 antes.


Dan. 11:7-9

Em resposta ao que Antíoco II tinha feito, o Rei Ptolomeu III (246-221 a.C.), irmão de Bernice, invadiu a Síria para se vingar da morte de sua irmã. Ele levou seu exército até Babilônia e além antes de, voluntariamente, retirar-se do local. Seu exército ocupou a Silícia, o porto que servia Antioquia, a capital da Síria. Por algum tempo o Egito dominou as rotas marítimas do leste mediterrâneo.

No processo de ganhar essa campanha, Ptolomeu III capturou cerca de 2.500 imagens de ouro e prata e levou-as como “troféus” de sua campanha.


Dan. 11:10-12

“10 -  Mas seus filhos [os dois filhos de Seleuco II] intervirão, e reunirão uma multidão de grandes forças; a qual avançará, e inundará, e passará para  adiante; e, voltando, levará a guerra até a sua fortaleza.

11 - Então o rei do sul [Ptolomeu IV] se exasperará, e sairá, e pelejará contra ele, contra o rei do norte [Antíoco III]; este [Antíoco III] porá em campo grande multidão, e a multidão será entregue na mão daquele [Ptolomeu].

12 - E a multidão será levada [quer dizer, quando for derrotada], e o coração dele [Ptolomeu] se exaltará; mas, ainda que derrubará miríades, não prevalecerá”.

Os Ptolomeus e os Selêucidas continuaram a criar confusão entre eles. Os dois filhos de Seleuco II (Rei do Norte) um dos quais era Seleuco III (225-223 a.C.) que foi assassinado e Antíoco III O Grande (223-187 a.C.) continuou a fazer guerra contra o “Rei do Sul”.  Em 217 a.C., Antíoco III (Rei do Norte) e Ptolomeu IV (Rei do Sul) tiveram uma batalha violenta, a batalha de Ráfia, com cerca de 70.000 soldados à pé, 5.000 a cavalo, e mais 180 elefantes de guerra treinados.  Antíoco tinha uma supremacia numérica invejável, mas perdeu a batalha. Antíoco III, após sua derrota de 217 a.C., voltou ao seu reino e equipou outro exército para atacar o Império Ptolemaico novamente. 


Dan 11:13, 14a:

“13 - Porque o rei do norte [Antíoco III] tornará, e porá em campo uma multidão maior do que a primeira; e ao cabo de tempos, isto é, de anos, avançará com grande exército e abundantes provisões.

14a - E, naqueles tempos, muitos se levantarão contra o rei do sul...”

Enquanto Antíoco III se preparava para seu novo ataque, Ptolomeu IV, um menino de apenas 6 anos de idade, estava no trono como o “Rei do Sul”. Havia um generalizado descontentamento civil em todo Egito. Os egípcios estavam se rebelando abertamente contra os senhores gregos do governo dos Ptolomeus.


Dan. 11:14b, 15

“14b - ... E os violentos dentre o teu povo se levantarão para cumprir a visão, mas eles cairão.

15 - Assim virá o rei do norte [Antíoco III], e levantará baluartes, e tomará uma cidade bem fortificada; e as forças do sul não poderão resistir, nem o seu povo escolhido, pois não haverá força para resistir”.

Os “violentos dentre o teu povo” (Literalmente: “os destruidores do teu povo”) “para cumprir a visão” se refere a Roma. Lembre-se que em Daniel 7 que a quarta besta, que surgiu no cenário mundial, após o Império Grego, era Roma. Roma entrou no cenário histórico do Mediterrâneo ocidental durante os dias de Antíoco III. Os romanos advertiram Antíoco III que ele deveria permanecer longe do Egito. Antíoco III, em aliança com Filipe da Macedônia, foi guerrear contra Ptolomeu V do Egito, ignorando Roma. Ele derrotou os generais do sul numa batalha final, assumindo o controle de Tiro. Jamais o Egito reconquistou seu controle sobre a Palestina. Entre 223-221 a.C., o Império Grego-Macedônio era essencialmente o mesmo do Império Grego inicial, sob o comando de Alexandre o Grande.

 
Dan. 11:16

Em resposta ao ataque do Egito, o general romano Pompeu conquistou “a terra gloriosa” da Palestina.  Como resultado das conquistas de Pompeu, o oriente do Mediterrâneo caiu sob o controle romano. 


Dan. 11:17-19

Esses versos descrevem o período no qual Júlio César e seu romance com a “filha de mulheres”, a rainha Cleópatra do Egito. Eles também sugerem suas posteriores conquistas “de ilhas” próximas ao continente.

Júlio César era irremediavelmente insolente. Ele era um carnificeiro militar que estava tentando substituir a forma republicana de governo romano por uma ditadura pessoal. O verso 19 se refere ao seu assassinato em 44 a.C. pelas mãos dos seus próprios líderes romanos, sob as ordens de G. Cassius Longinus.

 

Dan. 11:20

Júlio César foi seguido por César Augusto que Daniel registrou na profecia como um “exator de tributos”.

Lucas 2:1-3 - “Naqueles dias saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo fosse recenseado. Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirínio era governador da Síria. E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade”.

César Augusto estabeleceu “Pax Romana” ou “Paz Romana”.  Ele morreu de velhice, longe dos campos de batalha.


Dan. 11:21

Após Júlio César veio Tibério César.  Ele era um pedófilo (“um homem vil”), e era, de fato, um filho adotivo de Augusto César.  Ele manipulou sua ascensão ao trono. É ele que estava no poder quando Jesus nasceu e quando Ele morreu. Roma odiava seu imperador a tal ponto dele ter sido assassinado, e seu corpo jogado no Rio Tiber.

Lucas 3:1 - “No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe tetrarca da região da Ituréia e de Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene”.

Esse verso nos leva ao registro do batismo de Jesus. Três anos e meio mais tarde, no 18º ano do reinado de Tibério César, Jesus foi crucificado.


Dan 11:22

“E as forças inundantes serão varridas de diante dele, e serão quebrantadas, ...” (Tibério César foi famoso devido a várias vitórias militares). 

“... como também o Príncipe do Pacto”. Jesus foi crucificado sob o reinado de Tibério César e sob o Governo da Palestina por Pôncio Pilatos.

PONTO IMPORTANTE: O anjo revelou profeticamente a Daniel muitos fatos históricos que afetariam o povo de Deus. Essas revelações foram feitas mais de 500 anos antes delas acontecerem. Dentre esses fatos preditos textualmente, estão o batismo e a morte de Jesus (Daniel capítulo 9 - 70 semanas proféticas), assim como quem seria o imperador (Tibério César) e qual reino estaria no poder (Roma).

Mais tarde vamos dar uma olhada na parte final de Daniel capítulo 11, quando estaremos focalizando outros paralelos proféticos.

 


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