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Palavra de Deus > Estudos Bíblicos


Salvação nas Festas

Levítico Capítulo 23

INTRODUÇÃO:

Havia sete meses especiais no calendário judeu de festas que se relacionavam aos sete meses de festas religiosas judias. Por meio do sistema de festas, Deus deu ao antigo Israel um quadro profético-simbólico do Seu Plano de Salvação. Ao olharmos para o antigo sistema de festivais, ao entendê-lo e o simbolismo por detrás dele, teremos um entendimento e apreciação adicional do maravilhoso Plano de Salvação que Deus providenciou para salvar o ser humano – e a importância da Santa Bíblia para nossas vidas hoje.

Romanos 15:4  - “Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para  nosso ensino foi escrito, para que, pela  constância  e  pela consolação provenientes  das Escrituras, tenhamos esperança”.

Com o entendimento do sistema de 7 meses de festivais judeus religiosos teremos mais facilidade de entendermos os capítulos do Apocalipse – relativos aos 7 Selos e 7 Trombetas.

 

ESTE ESTUDO:

Lev. 23:1-4
“Depois disse o Senhor a Moisés: ‘Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis como santas convocações, são estas: Seis dias se fará trabalho, mas o sétimo dia é o sábado do descanso solene, uma santa convocação; nenhum trabalho fareis; é sábado do Senhor em todas as vossas habitações. São estas as festas fixas do Senhor, santas convocações, que proclamareis no seu tempo determinado’”.

“... As festas fixas do SENHOR... o sábado...”
Em Levítico capítulo 23, Deus deu Suas orientações aos hebreus sobre “... As festas fixas do SENHOR...” – dias de “santa convocação”. [Convocação significa um “chamado para se reunir” ou “assembléia sagrada”.] É interessante reparar que, dentro do contexto de dar esses festivais sagrados, a primeira coisa que “o SENHOR” menciona é “o sábado”. Também é interessante notar que a lembrança do sábado foi mencionada dentro do contexto do estabelecimento de festas e celebrações. Nunca foi intenção de Deus que Seu santo sábado fosse um período de deveres sombrios e frios, mas um período de celebrações do nosso relacionamento com Ele.

“... as festas fixas do Senhor... que proclamareis no seu tempo determinado.”
Deus construiu o sistema de festas em torno da idéia de estações, como sinais para Seu povo – da mesma forma como na criação Ele estabeleceu as estações:

Gênesis 1: 14:
“E disse Deus: ‘haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos”.


FATO VITAL:

Da Páscoa, que era a primeira festa, à Festa dos Tabernáculos – que era a última de todas as sete festas – percebemos que todas elas ocorriam durante sete meses.

Lev. 23:5 - “... Aos catorze do mês, ... é a Páscoa do Senhor”.

Lev. 23:34  - “... Desde o dia quinze desse sétimo mês haverá a festa dos tabernáculos ao Senhor...”.


AS TRÊS GRANDES FESTAS DE ISRAEL

1. PÁSCOA – 14º dia do 1º mês (Lev. 23:5):

Este “1º mês” era o mês lunar de “Abib” (Nissan) – que equivale ao mês de Março ou Abril no calendário solar. Deus direcionou Israel a considerar este como “o primeiro” mês do seu ano sagrado. (Deuteronômio 16:1; Êxodo 12:2-3, 6)

Deuteronômio 16:1  - “Guarda o mês de Abibe, e celebra a páscoa ao Senhor teu Deus; porque no mês de Abibe, de noite, o Senhor teu Deus tirou-te do Egito”;

Êxodo 12:2-3, 6  - “Este mês será para vós o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Ao décimo dia deste mês tomará cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família”. “... E o guardareis até o décimo quarto dia deste mês; e toda a assembléia da congregação de Israel o matará à tardinha”.


2. PENTECOSTES (também chamada de a “Festa das Semanas”) – ocorria 50 dias após o evento chamado “Festa da Colheita” (Lev. 23:15, 16):

Lev. 23:15, 16  - “Contareis para vós, desde o dia depois do sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras; até o dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então oferecereis nova oferta de cereais ao Senhor”.


3. TABERNÁCULOS – no 15º dia do 7º mês (Lev. 23:34):

O “sétimo” mês do ano de festas – o mês de “Tisheri” – correspondia ao nosso mês setembro ou outubro, no Calendário Solar (dependendo no tempo em que ocorria a lua nova).


AS TRÊS COLHEITAS GRANDES

As três festas grandes giravam em torno das três festas grandes de colheita, em Israel:

1. Páscoa             - A colheita de cevada da primavera;
2. Pentecostes     - A colheita de trigo da primavera;
3. Tabernáculos   - A colheita das frutas do outono.



PONTO CHAVE:

As Festas de primavera apontavam para os eventos relacionados à primeira vinda de Jesus;

As Festas de outono e os sábados sagrados do sétimo mês apontavam para os eventos relacionados à segunda vinda de Jesus.
 

Quadro dos Festivais

CUMPRIMENTO DOS FESTIVAIS DE PRIMAVERA

1. PÁSCOA (Lev. 23:4-8):

- 14º dia de Nissan, ao anoitecer (começando no 15º dia);

- Correspondia ao tempo de colheita da cevada;

- Correspondia à Páscoa de morte dos primogênitos egípcios - a Páscoa literal, e o início do Êxodo literal;

- Correspondia a Cristo (o Cordeiro de Deus) sendo sacrificado – a cruz – a Páscoa espiritual e o início do Êxodo espiritual;

João 1:29  - “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para Ele, e disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.

João 13:1  - “Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a Sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”.

Lucas 9:28-31 – “Cerca de oito dias depois de ter proferido essas palavras, tomou Jesus consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte para orar. Enquanto Ele orava, mudou-se a aparência do Seu rosto, e a Sua roupa tornou-se branca e resplandecente. E eis que estavam falando com Ele dois varões, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua partida que estava para cumprir-se em Jerusalém”.

NOTAS:
- A palavra “partida” é “ÊXODO” no Grego – Esses versos se referem à experiência vivida por Jesus no Monte da Transfiguração. Pouco tempo antes Ele foi a Jerusalém, na semana da crucifixão, como o Cordeiro de Deus que haveria de tirar os pecados do mundo, no final daquela mesma semana;

- Na passagem de Lucas 9 Moisés estava representando os mortos que serão ressuscitados na volta de Jesus, enquanto Elias estava representando os justos que estarão vivos quando Jesus voltar.


2. FESTA DA COLHEITA – FESTA DOS PRIMEIROS FRUTOS (Lev. 23:9-14):

- Os Primeiros Frutos da colheita de cevada deveriam ser dedicados a Deus. Esses realmente eram os primeiros frutos “literais”.

- A Festa da Colheita acontecia no 3º dia após a Páscoa, momento aquele quando um cordeiro era sacrificado por toda nação - (“... No dia seguinte ao sábado...” Lev. 23:11).
 
- Corresponde ao 3º dia após Jesus Cristo (o nosso Cordeiro Pascal) ter sido crucificado. Foi então que Ele, com um pequeno grupo de Pessoas, foram ressuscitados “como os primeiros frutos dos mortos” (da terra – do túmulo).
 
Mateus 27:50-53  - “De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito. E eis que o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham dormido foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dEle, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos”;

1 Coríntios 15:1-4, 20-23  - “Ora, eu vos lembro, irmãos, o evangelho que já vos anunciei; o qual também recebestes, e no qual perseverais, pelo qual também sois salvos, se é que o conservais tal  como vo-lo anunciei; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi  sepultado; que  foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. “Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo Ele as primícias dos que dormem. Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda”.

 

3. PENTECOSTES - (A Festa das Semanas)  (Lev. 23:15-22):

- O Pentecostes acontecia 50 dias após “o dia depois do sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento [Páscoa]”;

- Essa festa correspondia à Festa da Colheita do Trigo;

- Em termos do Êxodo do Antigo Testamento - o Dia do Pentecostes correspondia à chegada dos filhos de Israel vindo ao Monte Sinai (Êx. 19:1-6);

- Isso também correspondeu do Dia do Pentecostes – quando o Espírito Santo foi derramado e os Primeiros Frutos do Evangelho foram colhidos:

Atos 2:1-4, 41  - “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.” “De sorte que foram batizados os que receberam a Sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas”.

NOTA: No Pentecostes, os discípulos foram batizados “no Espírito Santo, e em fogo”. João Batista havia declarado que Jesus batizaria dessa forma - (cf. Mat. 3:11):

Mat. 3:11  - “Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquEle que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; Ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo”.

No Pentecostes, a Igreja do Evangelho, no Novo Testamento, foi formada quando pessoas de vários países foram conquistadas para Jesus Cristo. Foi algo reverso ao que aconteceu na Torre de Babel – na ocasião, todos os que ali estavam ouviram a mensagem de salvação em sua própria língua – o Espírito Santo transpôs as barreiras naturais da língua e da cultura. A Igreja dos Últimos Dias será formada de “toda nação, tribo, língua e povo”.

 

O GRANDE VERÃO SEM CHUVAS

Entre os meses da primavera e do outono, o verão quente e seco, sem chuvas, não oferecia colheitas.

- A razão disso é que tal período de cada ano simbolizava o que haveria de acontecer durante os 1.260 anos de supremacia papal, seca espiritual, sem colheitas dos frutos de Deus. (cf. Apoc. 11:3, 6)

Apocalipse 11:3, 6  - “E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias”. “Elas têm poder para fechar o céu, para que não chova durante os dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda  sorte de pragas, quantas vezes quiserem”.

- Corresponde à seca literal que ocorreu durante o reinado de Jezabel – que levou Israel literal a se apostatar com o paganismo (cf. Lucas 4:25);

- Também correspondia aos 40 anos de peregrinações dos filhos de Israel no deserto, sem plantio e sem colheita – durante esse período, eles levantaram acampamento 42 vezes (Números 33)  -  (O que correspondia a 42 Meses =1260 dias =1260 anos!).

 

CUMPRIMENTOS DOS FESTIVAIS DE OUTONO

1. FESTA DAS TROMBETAS  (Lev. 23:23-25):

- A Festa das Trombetas era um PRELÚDIO DO JULGAMENTO.

Acontecia no festival anual da sétima lua nova. A sétima trombeta chamava o povo para se preparar para o grande dia do julgamento que se aproximava, trazendo o Grande Dia da Expiação (O “Awe do Décimo Dia”).

- “Isso ocorria no primeiro dia do sétimo mês” - Rosh Hashanah (no novo ano judeu).

- Simbolicamente, isso representava a queda do papado, a abertura do livro de Daniel no “tempo do fim”, e o início do movimento do advento – em torno de 1798 chamando a atenção das pessoas para o início do Juízo Investigativo no Santuário Celestial (cf.: Dan. 12:9, Apoc. 10:1-2, 7):

Daniel 12:9   -“Ele respondeu: ‘Vai-te, Daniel, porque estas palavras [do livro de Daniel] estão cerradas e seladas até o tempo do fim’”.

Apocalipse 10:1-2, 7  - “E vi outro anjo forte que descia do céu, vestido de uma nuvem; por cima da sua cabeça estava o arco-íris; o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo, e tinha na mão um livrinho aberto [o livro de Daniel]. Pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra...” “... Mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estivesse para tocar a trombeta, se cumpriria o mistério de Deus, como anunciou aos seus servos, os profetas”.

INTERESSANTE: Rosh Hashanah, É TANTO o fim do calendário judeu de festas, QUANTO o início do ano do calendário civil judeu (é o novo ano sob o calendário civil). Assim, ele MARCA TANTO O FIM do velho ano QUANTO O INÍCIO de um novo ano. Semelhantemente, vemos em Apoc. 10:7, uma referência a “não haverá mais tempo” ocorrendo “nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estivesse para tocar a trombeta” – existe aqui uma correlação com a 7ª trombeta – e o começo do novo do reino eterno de Cristo Jesus.

 

2. O DIA DA EXPIAÇÃO – O JULGAMENTO (Lev. 23:26-32):

- Isso ocorria no 10º dia do 7º mês - Yom Kippur;

- Aquele era o dia no qual o templo era purificado e o “bode expiatório” era banido para morrer;
 
- Na história do Êxodo, houve um julgamento dos filhos de Israel em Peor – quando os infiéis foram julgados e destruídos (Números 25).  Os que haviam sido fiéis continuaram a avançar e em pouco tempo entraram na terra prometida. Consequentemente, em Números 26, os filhos de Israel foram numerados, preparando-os para receberem sua herança, quando entrassem na terra prometida;

- Corresponde ao início do julgamento dos mortos no céu, em 1844 – quando Jesus, como o nosso Sumo-Sacerdote, entrou no lugar santíssimo para dar início à fase final do Seu ministério intercessório – a purificação do santuário.  O lugar santíssimo foi aberto naquela ocasião (Apoc. 11:18-19, Daniel 7:9-10, 13-14, Daniel 8:14). Também corresponde ao simbolismo de numerar o povo de Deus no final dos tempos (os 144,000 - Apoc. 7:4-10, Apoc. 14:1-4).

Apocalipse 11:18-19   - “Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o Teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no Seu santuário foi vista a arca do Seu pacto; e houve relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande saraivada”.

Daniel 8:14  - “Ele me respondeu: ‘Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado’”.


OUTRO PARALELO INTERESSANTE:

- Os filhos de Israel receberam o pacto no Monte Sinai, então andaram pelo deserto por 40 anos. Antes de entrarem da Terra Prometida, o pacto foi repetido para eles – foi-lhes reafirmado – veja o livro de Deuteronômio – que significa literalmente “a segunda vez que a Lei foi dada”.

- O evangelho do Novo Testamento foi “escrito no coração” dos crentes (Romanos 2:15). A igreja apostatou, “andou pelo deserto” por 1.260 anos, e tiveram a verdade do pacto reafirmado no início do movimento do advento – antes que o povo de Deus entre na “Terra Prometida” do céu, e “tabernaculem” (tenham comunhão, habitem) com Deus.

 

3. A FESTA DOS TABERNÁCULOS (Lev. 23:33-43):

- Esta era uma festa de sete dias, e que começava no 15º dia do 7º mês;

- Correspondia ao final da colheita das frutas - (Lev. 23:39);

- A Festa dos Tabernáculos existia para celebrar e comemorar:
1. O fim das peregrinações dos filhos de Israel no deserto;
2. Ela também era a celebração de sua herança e de sua entrada em Canaã – a Terra Prometida.

O cumprimento anti-típico dessa festa será o fim da peregrinação do povo de Deus dos últimos dias no deserto de pecados, e sua entrada no novo céu e nova terra, para “tabernaculizar” (comungar, habitar) com Deus. Representa a segunda vinda de Jesus e da Nova Terra (quando Deus vai “tabernaculizar” [habitar] com Seu povo). (Apoc. 14:14-18, Apoc. 21:3-4)

Apocalipse 14:14-18  - “E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem Um semelhante a filho de homem, que tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro, e na mão uma foice afiada. E outro anjo saiu do santuário, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e ceifa, porque é chegada a hora de ceifar, porque já a seara da terra está madura. Então aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi ceifada. Ainda outro anjo saiu do santuário que está no céu, o qual também tinha uma foice afiada. E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: ‘Lança a tua foice afiada, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras’”.

Apocalipse 21:3-4  - “E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: ‘Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”.

 

NOTE: Em Apocalipse 7:9 o povo de Deus está acenando com palmas em suas mãos, para dar boas vindas à passagem de Jesus Cristo – e esse “acenar com as palmas” sempre acontecia na Festa dos Tabernáculos (Lev. 23:39-40).

Apocalipse 7: 9  - “Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos”.

Levítico 23:40   - “No primeiro dia tomareis para vós o fruto de árvores formosas, folhas de palmeiras, ramos de árvores frondosas  e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias”.

 NOTE TAMBÉM: Em Apocalipse 7:15, a palavra “dwell” é a palavra grega “skenoo”, que significa “tabernaculizar [habitar] com”. Apocalipse 7:17 fala das “fontes das águas da vida”, que conduz nossa mente a uma das cerimônias da Festa dos Tabernáculos, quando a água e o vinho eram derramados nos funis (veja o nosso estudo sobre Apocalipse 21-22).

Apocalipse 7:15, 17  - “Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no Seu santuário; e Aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. ... Porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da  vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”.
 


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[ Alcançando Corações : Brasil ] 2009